
Os adeptos mais fervorosos dirão que não se festejam empréstimos obrigacionistas nos Aliados, mas a saúde financeira de qualquer clube encurta o caminho para os títulos
A 21 de abril, a seis dias das eleições que o confirmaram como 32.º presidente do FC Porto, André Villas-Boas garantia, em entrevista a O JOGO e à TSF, já ter iniciado conversações com a banca internacional para a reestruturação da dívida do clube. Na altura, o ainda candidato, assegurava ter indicações que seria possível fazê-lo com taxas de juro entre os 5% e os 6%, valores consideravelmente abaixo daqueles que o clube pagava. Tão abaixo, de facto, que João Rafael Koehler, candidato a vice-presidente para a área financeira na lista de Pinto da Costa, chegou a desafiar Villas-Boas a mostrar o “contrato milagroso” e a ajudar o clube a resolver os problemas financeiros que enfrentava.

