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O frio e a chuva da Europa nas exibições do FC Porto e do Braga. A solução entre fazer rabiscos no ataque e meter, por fim, um extremo de início.
Quando o plano falha e a reação não produz efeitos, o último recurso é rasgar os desenhos táticos mais pensados e fazer rabiscos no ataque com o maior número de gente possível. Em Plzen, com as melhores ideias ofensivas congeladas com menos sete graus, o FC Porto caiu nessa última carruagem em termos de procurar chegar ao golo.
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