Também repararia na curiosa gestão que Farioli tem feito de Deniz Gul, cuja evolução é mais flagrante do que a do titular Samu, apesar da instabilidade emocional deste ser uma incógnita alarmante
No tempo em que havia a categoria de lubrificador nas oficinas de automóveis, lembro-me de um que falava de futebol com requintes analíticos de fazer inveja aos comentadores de hoje. Era um tempo em que funcionário e cliente trocavam impressões sobre o clube que unia durante o serviço. Enquanto manejava os óleos, o oficial avaliava o momento da equipa recorrendo a uma misteriosa palavra-chave: valvulina. Para ele, o momento da época media-se sempre pelo nível de valvulina.

