A lesão de Luuk de Jong deixa um vazio difícil de ignorar e expõe a necessidade de procurar respostas fora, ou de reinventar o modelo com um número 10 assumido
Os três pontos amealhados frente ao Malmo não tiveram apenas o reflexo pontual de manter o FC Porto na zona de apuramento directo da Liga Europa. Com mais um jogo a 90 minutos (como referiu Francesco Farioli, apenas com a ausência de uma entrada forte e de maior concentração nos últimos minutos), vimos mais uma manifestação da consistência do plantel no momento em que há caminho com ambições em todas as provas. À semelhança do que sucedeu com a vitória em Tondela, sente-se um ambiente instalado que se comprova todas as semanas em campo e que, com hiatos muito curtos, tem vindo a atestar que há uma equipa absolutamente implicada e capaz de encontrar soluções para ganhar jogos consecutivamente, poucas vezes exuberante mas quase sempre equilibrada e coesa.

