
JOGO FINAL - Uma opinião de Nuno Vieira
Já lá vai o tempo em que os clubes nacionais contavam tostões para a abordagem ao mercado, rezando para que uma qualquer equipa grande europeia batesse à porta de um dos seus craques e o levasse por uma quantia que permitisse uma incursão decente para o recrutamento de um substituto. Hoje em dia movimentam-se milhões nos corredores e os três grandes são os principais impulsionadores de um fluxo anormal de transferências, quer pela quantidade, quer pelos montantes envolvidos nos negócios desenhados.
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