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OPINIÃO - António Pires
Na véspera de a UEFA aprovar o novo formato da Champions (2024-2030) - que prevê mais jogos, mais receitas e abre caminho para os clubes históricos das grandes ligas reforçarem o seu poder -, há quem esteja disposto a roer a corda.
Um grupo de 12 emblemas - para quem o conceito de solidariedade e justiça desportiva é verbo de encher - conspirou na clandestinidade para fazer um verdadeiro golpe de Estado e criar uma Superliga. À margem da UEFA, das ligas nacionais, dos restantes clubes e pensando exclusivamente nos seus interesses.
O propósito destes mercenários? Ganhar ainda mais dinheiro e perpetuar o poder.
