
Ao tornar-se esse homem, o presidente cessante do FC Porto poupou durante décadas os portistas à incerteza da mudança, fazendo de cada acto eleitoral uma formalidade estatutária.
Há momentos de discórdia e desavença que fazem parte da vida associativa dos clubes - algo a que a vida política do país só teve acesso depois de Abril. E se o rumo dum clube é decidido democraticamente pelos sócios, o mesmo não acontece com os departamentos, sobretudo do futebol, que é território de visão e instinto do homem quase só, e até providencial - com tudo o que de perigoso e ambíguo há na palavra “providencial”.
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