
Após terceiro empate seguido, com a crise escancarada, Schmidt atirou-se aos adeptos e abriu a porta de saída. Será desta que a Direção do Benfica defende o treinador em público?
A resposta à manchete de hoje de O JOGO é “krise”. Krise em alemão, crise no campeão português. O Benfica está em crise, desta vez nem Schmidt, de repente mais frontal do que é costume após um jogo, conseguirá negá-lo. Os próximos dias serão decisivos para perceber se Rui Costa segue a sugestão do alemão - “se o Benfica precisa de um treinador que faça as substituições que os adeptos querem, não há problema, eu saio” -, cedendo à força dos eleitores, ou se pelo contrário impõe a força dos líderes eleitos, mantendo a aposta no técnico com quem renovou antes do final da época passada.

