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Em Guimarães, Samu atirou à trave e Alan Varela acertou no alvo, enquanto em África Brahim Díaz tentava um Panenka numa final da Taça das Nações Africanas. Não é só sorte, é também muita arte. Ou falta dela.
Instinto, estudo, motivação pessoal e forte trabalho psicológico, eis a receita de Ricardo, o herói dos penáltis da Seleção Nacional em 2004 e 2006, a explicar a angústia do marcador e do guarda-redes na hora do penálti.
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