Federação francesa tenta regresso dos tenistas em quarentena no US Open

Federação francesa tenta regresso dos tenistas em quarentena no US Open
Redação com Lusa

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Os jogadores em causa são Kristina Mladenovic, Richard Gasquet, Adrian Mannarino, Grégoire Barrère e Edouard Roger-Vasselin, que se mantêm em total confinamento nos quartos de hotel.

A Federação Francesa de Ténis (FFT) e as autoridades do país estão a tentar garantir a autorização para o regresso dos tenistas em quarentena e proibidos de deixar os Estados Unidos, depois da participação no US Open.

"Estamos em cooperação e colaboração com as autoridades diplomáticas do nosso país, com o Ministério dos Negócios Estrangeiros e com a representação francesa nos Estados Unidos, que estão a discutir com as autoridades locais a autorização para o regresso ao território nacional dos jogadores", explicou, no dia de hoje, o presidente da Federação, Bernard Giudicelli.

Em 30 de agosto, Benoît Paire, 22.º tenista do ranking mundial e 17.º cabeça de série do torneio, foi afastado do segundo major da temporada, por estar infetado com o novo coronavírus, e a organização traçou imediatamente uma linha de relações próximas do francês dentro da bolha de Flushing Meadows, onde está a decorrer o US Open.

Os jogadores em causa são Kristina Mladenovic, Richard Gasquet, Adrian Mannarino, Grégoire Barrère e Edouard Roger-Vasselin, que se mantêm em total confinamento nos quartos de hotel, tendo, obrigatoriamente, de completar 14 dias de isolamento, apesar de todos já terem testado negativo a covid-19 e sido eliminados do torneio.

O isolamento forçado na cidade de Nova Iorque pode colocar em causa a preparação para a participação dos atletas em Roland Garros, o outro torneio do "Grand Slam" que ainda se realiza este ano, a ter início em 27 de setembro, em Paris.

"Até ao momento, a boa notícia é que os nossos jogadores que foram testados ontem à noite [domingo] estão todos negativos [a covid-19]. Agora esperamos que as discussões que estão em andamento, entre nossos diplomatas e as autoridades americanas, tenham sucesso", acrescentou.