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A F1 além de Hamilton: a "maldade" de Leclerc e o regresso da McLaren

A F1 além de Hamilton: a "maldade" de Leclerc e o regresso da McLaren

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O piloto da Mercedes dominou de fio a pavio a 21.ª e última prova da temporada do Mundial de Fórmula 1

Lewis Hamilton não se limitou este domingo a somar o 11.º triunfo da temporada no Grande Prémio de Abu Dhabi de Fórmula 1, numa época em que conquistou o sexto título mundial, ficando a apenas um do recorde do alemão Michael Schumacher.

Hamilton igualou, também, os melhores registos que já tinha conseguido no Mundial de Fórmula 1, em 2014 e 2018, com 11 vitórias em cada uma dessas temporadas, num total de 84 em 13 anos de carreira, mas batendo por cinco o recorde de pontos somados, que era de 408 em 2018 e já lhe pertencia.

O piloto da Mercedes dominou de fio a pavio a 21.ª e última prova da temporada, aguentando o ataque do holandês Max Verstappen (Red Bull) no arranque.

Com o primeiro lugar e segundo lugares do campeonato já definidos e atribuídos aos dois Mercedes, de Hamilton e do finlandês Valtteri Bottas, a emoção passava pela discussão do terceiro posto, entre Verstappen e o monegasco Charles Leclerc (Ferrari).

O piloto da Ferrari ainda tentou surpreender o holandês com a estratégia, parando logo à 12.ª volta, até porque uma avaria impediu o uso do sistema DRS (facilitador de ultrapassagens) na primeira parte da corrida.

Verstappen iria às boxes apenas na 25.ª volta, recuperando o segundo lugar na parte final no braço de ferro com Leclerc, apesar de um problema de motor limitar a potência do Red Bull.

"Tivemos de adaptar a nossa estratégia devido à paragem muito cedo da Ferrari. Tivemos um ritmo decente. O problema de motor não interferiu com a posição final, mas limitou o andamento", explicou Verstappen, que cortou a meta a 16,772 segundos do vencedor.

Leclerc foi o terceiro, a 43,435 segundos de Hamilton e com o finlandês Valtteri Bottas (Mercedes), que partira em último, logo atrás, a 44,379 segundos do vencedor.

"Tivemos de adaptar a nossa estratégia devido à paragem muito cedo da Ferrari. Tivemos um ritmo decente. O problema de motor não interferiu com a posição final, mas limitou o andamento", explicou Verstappen, que cortou a meta a 16,772 segundos do vencedor.

Leclerc foi o terceiro, a 43,435 segundos de Hamilton e com o finlandês Valtteri Bottas (Mercedes), que partira em último, logo atrás, a 44,379 segundos do vencedor.

"Quem pensaria, no início do ano, que teríamos esta força na corrida?", dizia Hamilton após cortar a meta.

O campeão mundial somou o 17.º pódio do ano e 413 pontos (ainda somou um ponto extra por ter feito a volta mais rápida da corrida), numa época em que fez apenas cinco 'pole positions' (12 em 2016).

"Há muitos novos valores a surgir. Estou muito orgulhoso de estar numa era em que aparece tanto talento jovem", sublinhou, antes de dizer que o inverno vai ser passado "em família".

Charles Leclerc também fez história na Ferrari, pois bateu o alemão Sebastian Vettel logo na época de estreia na equipa italiana. O piloto germânico nunca tinha sido batido pelo seu companheiro de equipa na escuderia do 'Cavallino Rampante'.

O espanhol Carlos Sainz (McLaren), que foi décimo, garantiu o sexto lugar do campeonato precisamente por um ponto, diante do francês Pierre Gasly (Red Bull).