Edo Bosch: "Presença na final? Coração dos jogadores, hoje, não cabe no peito..."

Edo Bosch: "Presença na final? Coração dos jogadores, hoje, não cabe no peito..."

Declarações do treinador do Valongo sobre o triunfo, em Torres Novas, ante o Sporting de Tomar, através do desempate (3-1) nas grande penalidade, após um 4-4 no tempo regulamentar, que valeu o acesso à decisão da Liga Europeia

Crença enaltecida: "Tínhamos as nossas estratégias e um dos pontos-chave foi o coração. Hoje o coração quis muito mais. Passou por cima das táticas, da cabeça. (...) O coração destes jogadores, hoje, não cabe no peito. Não é fácil começar o jogo a ganhar, chegar ao intervalo a perder, por 3-1, e depois sofrerem o 4-1. Mas eles acreditaram no final. Se já era um orgulho trabalhar com estes guerreiros, hoje o orgulho é o dobro, não só pelo hóquei que jogam e pela união, mas também pelo querer. É um orgulho ser treinador destes grandes jogadores."

Reconhecimento ao Tomar: "Foi uma grandíssima final de hóquei em patins. O Tomar colocou-nos muitas complicações e qualquer das equipas podia ter ganho. Se tivesse ganho, o Tomar seria justo vencedor. Mas a sorte no final das grandes penalidades caiu para nós. Vamos descansar, analisar o nosso rival e tentar levar o "caneco" para Valongo."

Conquista do troféu: "Queríamos primeiro chegar a esta final. Finais são para ganhar e amanhã [domingo], seja quem for o adversário, vamos, com todo o respeito, tentar ganhar."