Edo Bosch, treinador do Valongo: "Bate na trave, nas costas do guarda-redes e fica parada"

Edo Bosch, treinador do Valongo

 foto Leonel de Castro/Global Imagens

Declarações do treinador do Valoingo, Edo Bosch, após o jogo Trissino - Valongo (4-4 após prolongamento, 3-1 no desempate por grandes penalidades), para a final da Liga Europeia de hóquei em patins

Sobre o jogo: "Hoje não falhou nada. Foi um grande jogo, uma final. Andámos 10 minutos sempre à frente do marcador, a controlar o jogo, tivemos um livre direto que bate na trave, nas costas do guarda-redes e fica parada - muitas vezes entra, e outra bola que bate nos dois postes e sai... Quando faltavam dois minutos, eles disparam [a bola] toca no patim de um jogador meu e a bola "cola-se" dentro da baliza... [para o 4-4]."

A meia-final: "Sentimos o jogo de ontem [no sábado, da meia-final com o Sporting de Tomar], que foi muito puxado para nós, até à última. Logicamente, notei isso na cara dos meus jogadores e houve um momento em que quis levar o jogo para as grandes penalidades. Ontem fomos felizes e acreditei que hoje também podíamos ser. Não foi assim. Há que dar os parabéns ao Trissino."

Futuro em Valongo: "Há que levantar rapidamente a cabeça. Os meus jogadores saem deste pavilhão com a cabeça mais alta do que entraram. Se alguém não sabia que eram grandes jogadores, hoje confirmou-se que o futuro do hóquei português - e não só - está neste momento no Valongo. É uma pena. Espero que venham mais [finais]. O que se faz em Valongo não se faz em nenhum lado."

O play-off: "Perdendo, tenho 11 jogadores a chorar no balneário. Não é fácil levantar isto [a moral] até quarta-feira [primeiro jogo do play-off da I divisão, com o Benfica]. Mas se alguém consegue são eles. Espero que as horas ajudem a acalmar um bocado e ir quarta-feira à Luz nas melhores condições".