Pany Varela e as "meias" do Mundial: "Ainda não estamos onde queremos estar..."

Pany Varela e as "meias" do Mundial: "Ainda não estamos onde queremos estar..."
Redação

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Ala da Seleção Nacional de futsal projetou, esta terça-feira, com muita ambição e concentração à msitura, o duelo relativo às meias-finais do Mundial, ante o Cazaquistão

Ambiente: "A equipa está motivada, está satisfeita, mas sabemos que ainda não estamos onde queremos estar. Felizes por aquilo que já alcançamos, mas não satisfeitos ainda. Queremos ir por mais e, se Deus quiser, lá chegaremos".

Adversário: "A este nível o conhecimento já é muito grande, na última conferência que estive disse que dificilmente seriamos surpreendidos pelo adversário. E se calhar fui mal interpretado (....). Hoje em dia pouco ou nada há de surpresas. Existe esse conhecimento. Tanto na Liga dos Campeões como nos clubes jogamos contra esses jogadores. Sabemos que a equipa cazaque tem muita qualidade, tem um guarda-redes que gosta de vir, e causa muita dificuldade, já estamos a estuda-los, já vimos muito jogos e vamos ser Portugal, vamos usar as nossas armas e vamos preocupar-nos com aquilo que temos de fazer."

Cansaço: "A esta altura o cansaço dificilmente vem à mente, temos um plano de jogo muito bem delineado. Sabemos que é uma possibilidade o prolongamento, vencemos dois jogos nesse período, mas quando chega a esta altura da competição, o cansaço pouco ou nada importa. Importa, sim, a vontade e o desejo que temos de vencer. A nossa alma leva-nos a superar cada minuto e temos tido também um apoio fantástico nas bancadas que, nos momentos mais difíceis, nos empurram para a frente".

União da equipa: "É um dos segredos, mas não basta só a união. Sabemos que em muitos momentos, o espírito de família vai fazer com que ultrapassemos alguns obstáculos, mas o segredo é o trabalho diário, tem de haver qualidade e competência e acho que é uma mistura disto tudo que nos leva a atingir o sucesso."

Mensagem de Braz na pausa técnica com Espanha ["ando há 20 anos a dizer que somos melhores do que eles"]: "Não me surpreendeu, já o disse algumas vezes e, se calhar nós, culturalmente, estamos sempre habituados a achar que os outros são melhores e se calhar não são. O importante é que mensagem passou e era importante fazer-nos acreditar que ainda havia mais jogo. Fomos para dentro de campo e fizemos o que tínhamos de fazer. O resultado está à vista de todos".