Jorge Braz e o "atropelo" às Ilhas Salomão: "Estivemos mais confiantes e mais seguros"

Jorge Braz e o "atropelo" às Ilhas Salomão: "Estivemos mais confiantes e mais seguros"
Redação

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Declarações do selecionador nacional de futsal em reação ao folgado triunfo (0-7) ante a congénere oceânica, em jogo da segunda jornada do Grupo C do Mundial de futsal

Jogo característico: "Foi um jogo diferente, uma oposição diferente e um confronto mais irrealista, com toda esta exuberância e atrevimento das Ilhas Salomão muito interessante e que ainda criaram problemas na primeira parte. [Estivemos] Mais confiantes e mais seguros do que temos de fazer. É normal e o próximo jogo ainda será melhor, mas mais difícil. Com duas vitórias, queremos a terceira."

Presença atacante: "Com a variabilidade que temos e a forma reativa com que tentamos jogar, é normal que toda a gente apareça em zonas de finalização e tenham oportunidade de criar vantagens. Nunca ligo muito às estatísticas e a quem marcou ou não marcou, mas é um indicador interessante de algo que já prevíamos, até pelas nossas características e pela forma com que jogamos."

Superioridade e vantagem: "É sempre importante sermos melhores que os outros. Chegámos [aos 7-0] com alguma naturalidade, mas nunca pode ser o objetivo primário. O objetivo é vencer, consolidarmos a equipa e usarmos a nossa forma de ser e de estar. Surgiu o sexto golo, o sétimo e parece-me que podiam ter surgido muitos mais. É uma vantagem, mas o terceiro jogo, fosse o que fosse, é para vencer igual."