Distinção de Jorge Braz é "uma honra para o futsal e para o desporto português"

Distinção de Jorge Braz é "uma honra para o futsal e para o desporto português"
Redação com Lusa

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João Paulo Rebelo, secretário de Estado da Juventude e do Desporto, também felicitou Portugal por ter sido considerada a segunda melhor seleção do mundo.

O secretário de Estado da Juventude e do Desporto, João Paulo Rebelo, afirmou hoje ser "uma honra para o futsal e desporto português" a distinção de Jorge Braz como melhor selecionador do mundo pelo segundo ano consecutivo.

"Nem tudo são más notícias e o facto é que temos, pela segunda vez consecutiva, o Jorge Braz como o melhor selecionador de futsal do mundo! Portugal foi ainda considerada a segunda melhor seleção mundial. Uma honra para o futsal e para o desporto português", escreveu João Paulo Rebelo na rede social Twitter.

Jorge Braz foi eleito pelo segundo ano consecutivo o melhor selecionador de futsal do mundo, anunciou esta quinta-feira a página Futsal Planet, que colocou a Seleção Nacional como a segunda melhor de 2019.

Braz, campeão europeu por Portugal em 2018, bateu, numa votação dos especialistas da Futsal Planet, Marquinhos Andrade, selecionador do Brasil, e Sergey Skorovich, que lidera a Rússia.

A equipa das quinas ficou em segundo no ranking das seleções, atrás do Brasil, e à frente da Espanha, por apenas dois pontos.

O Sporting, vencedor da Liga dos Campeões em 2019, foi eleita a segunda melhor equipa do ano, atrás dos espanhóis do Barcelona e à frente dos brasileiros do Carlos Barbosa, com o treinador dos leões, Nuno Dias, a ser escolhido como segundo melhor do mundo, batido por Andreu Plaza (Barcelona), e à frente de Kaká (Kairat Almaty) e de Joel Rocha, do Benfica.

O Benfica tem duas jogadoras no 'top-3', com Ana Catarina Pereira, que venceu em 2018, a ser considerada a segunda melhor guarda-redes, e Fifó a terceira melhor jogadora.

O brasileiro Guitta, do Sporting, foi escolhido como terceiro melhor guarda-redes, com o seu colega de equipa Hugo Silva a ser o sétimo melhor jovem jogador.

O também brasileiro Ferrão, que joga no Barcelona, foi considerado o melhor jogador do mundo, sucedendo ao português Ricardinho, que tinha vencido as últimas cinco edições.