Jorge Braz exigiu reviravolta a abrir o Euro'2022: "Não estava a ver Portugal a jogar..."

Jorge Braz, selecionador nacional de futsal

 foto FPF

Declarações do selecionador nacional após o duelo inaugural, ante a Sérvia (2-4), em que Portugal deu a volta ao marcador para começar a defesa do título europeu com uma vitória

Pausa técnica influenciou reviravolta: "Sei lá. Eu não estava a ver Portugal, de quem os portugueses se orgulham tanto. Hesitações, pouca intensidade ofensiva, poucas interceções de bola, a não explorar o que devíamos. Não estava a sentir isso. Temos que sentir todos. Voltámos ao jogo depois. Nestas competições, há momentos bons e maus. Estou feliz pela capacidade de resiliência, de superação, de voltar a perceber a montanha que tínhamos de trepar. Fico satisfeito com o conseguimos, mas não com o início."

Justificação: "Houve alguma ansiedade. O primeiro jogo é sempre mais hesitante, em que nem sempre decidimos bem, oferecemos dois golos... Nós permitimos que a Sérvia entrasse a ganhar. A partir daí, foi inteiramente justa a obtenção destes três pontos."

Chegar ao empate antes do intervalo: "Tinha que ser. Estávamos a ter oportunidades, a chegar à área contrária, e quisemos muito chegar ao empate. Tranquilizámos e, na segunda parte, conseguimos uma vitória inequívoca."

Próximo jogo no Europeu: "O jogo com a Holanda vai também ser complicado. Fico satisfeito por haver vários dias para descansar, recuperar e preparar o próximo jogo. Trabalhar. Neste Europeu, não somos campeões de nada e temos que fazer o nosso trabalho. Vamos ser Portugal durante 40' contra a Holanda. Confio muito em toda esta gente."