W52-FC Porto pode ter outro diretor-desportivo: "Alguém que já conhecemos"

W52-FC Porto pode ter outro diretor-desportivo: "Alguém que já conhecemos"

Adriano Quintanilha continua à espera de informações. Equipa pode voltar a correr em maio... ou acabar.

A W52-FC Porto pode ter nos próximos dias uma reunião com todos os ciclistas, que não estão proibidos de contactos entre si - só os diretores-desportivos Nuno Ribeiro e José Rodrigues têm essa limitação legal - e analisar o futuro da formação, existindo a possibilidade de regressar à competição a 15 de maio, na Volta à Albergaria, caso até lá não existam novidades do Ministério Público que o impeçam.

Para regressar, e se Ribeiro continuar impedido, Adriano Quintanilha, presidente da equipa, admite ter outro técnico.

No pelotão nacional existe o receio de que a W52-FC Porto seja extinta, ao que Quintanilha responde de forma simples: "Não confirmo nem desminto". O empresário diz que não se vai "precipitar".

Já esteve com Pinto da Costa, no jogo de futebol em Braga, "mas sobre o caso não há nada que lhe possa dizer, pois na realidade não sei nada". Tendo falado com dois dos corredores, ouviu-os dizer que "não haverá problemas". "Pedi-lhes para continuarem a trabalhar. Continuo a acreditar que não fizeram nada de errado nas minhas costas. Sempre lhes disse para ganharem honestamente, sem confusões. Da parte do FC Porto também nunca existiu pressão para ganhar", garante o empresário.

Se Nuno Ribeiro continuar impedido de exercer funções - ainda pode recorrer -, a W52-FC Porto poderá "contratar outro diretor-desportivo, alguém que já conhecemos", revelou Quintanilha.

Boavista e W52-FC Porto fora das Astúrias

A organização da Volta às Astúrias, que terá três etapas entre sexta-feira e domingo, já descartou as presenças de W52-FC Porto e Rádio Popular-Boavista, esta impedida de alinhar em corridas internacionais entre 29 de abril e 18 de maio, devido aos castigos de Domingos Gonçalves e David Rodrigues, ambos em 2018 e por irregularidades no passaporte biológico.

A União Ciclista Internacional demorou quase quatro anos a aplicar a pena, prevista para equipas com dois casos de "violação antidopagem" no período de 12 meses, mas para os axadrezados o importante era evitar um castigo a coincidir com o Grande Prémio de Torres Vedras ou a Volta a Portugal.

A Volta às Astúrias vai contar com Efapel e Aviludo-Louletano, tendo chamado os angolanos da Bai-Sicasal.