"O ciclismo dá provas de estar bem vivo, nunca recebemos este banho de multidão"

"O ciclismo dá provas de estar bem vivo, nunca recebemos este banho de multidão"

Diretor da Volta a Portugal afirmou que a prova teve este domingo um dia "insuperável".

Joaquim Gomes, diretor da Volta a Portugal, disse este domingo que "o ciclismo dá provas de estar bem vivo no país", depois do "banho de multidão" no Porto para a última etapa da 81.ª edição.

"Nunca recebemos este banho de multidão. A Volta está de parabéns, o João Rodrigues [vencedor da prova] é o rei da festa, um vencedor honrado, e o Jóni Brandão [segundo classificado] foi um dos grandes protagonistas. O ciclismo dá provas de estar bem vivo no país", analisou o antigo corredor, que há 30 anos venceu, também num contrarrelógio no Porto, a primeira de três Voltas da carreira.

Sobre a 82.ª edição, Gomes disse não poder "revelar muito", ainda que garanta que "muitos municípios deste ano vão manter a presença até 2021" e que o contrarrelógio final entre Vila Nova de Gaia e Porto, que envolveu uma "operação policial de enorme dimensão" e uma fonte de preocupação, poderá "aparecer com mais regularidade na Volta a Portugal".

Para o diretor, esta foi "uma Volta espetacular" e teve este domingo um dia "insuperável", com milhares de pessoas nas ruas a aplaudir os ciclistas, em mais uma mostra de "entrosamento do povo com os grandes corredores".