Presidente da marca de Michael Jordan matou um homem aos 16 anos: "Não havia razão"

Presidente da marca de Michael Jordan matou um homem aos 16 anos: "Não havia razão"
Redação

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Segredo bem guardado durante 56 anos foi agora revelado à revista "Sports Illustrated".

Larry Miller, agora com 71 anos, confessou à "Sports Illustrated" ter matado um homem, aos 16 anos, em 1965. Miller, presidente da marca de Michael Jordan (Jordan Brand), revela publicamente aquilo que admite nunca ter desvendado ao círculo de amigos, nem mesmo ao próprio Michael Jordan.

Na entrevista concedida à conhecida revista, Miller explicou que o crime - pelo qual esteve detido durante 14 anos (saiu da prisão aos 30) - aconteceu por vingança, após um amigo seu ter sido esfaqueado em Filadélfia.

O presidente da Jordan Brand recordou que bebeu uma garrafa de vinho, tendo-se dirigido à habitação de um dos membros do gangue rival e disparado contra a primeira pessoa que lhe apareceu. Matou assim Edward White, de 18 anos, confessando que não tem a certeza se foi ele quem esfaqueou o amigo. "Isso é o que faz com que seja ainda mais difícil para mim, foi sem razão alguma", começou por dizer.

"Quer dizer, não havia uma razão válida para aquilo acontecer. E é com isso que eu luto e nisso que penso todos os dias. Se pudesse voltar atrás e desfazer o que fiz, fá-lo-ia. Como não posso, tudo o que posso fazer é tentar ajudar as outras pessoas e tentar evitar, talvez, que isso aconteça com outra pessoa", concluiu.