Ricardinho quer "mostrar o que é ser Portugal" e Bruno Coelho à beira da 100.ª internacionalização

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Filipe Amorim / Global Imagens
Equipa das Quinas defronta o Brasil esta sexta-feira pela segunda vez em dois dias, tendo perdido o primeiro encontro por 6-1
A Seleção Nacional de futsal cumpre esta sexta-feira o último de dois jogos de preparação frente ao Brasil. Na véspera, e após a derrota por 6-1, no Pavilhão João Rocha, na quarta-feira, Ricardinho mostra-se mais otimista para o duelo, que, desta vez, será no Pavilhão da Luz (19h00).
"Ontem [quarta-feira] não foi um jogo muito conseguido da nossa parte, mas o importante é que não é a eliminar nem conta três pontos, é uma preparação para o que aí vem, é uma aprendizagem e a sorte é que amanhã [sexta-feira] temos a oportunidade de fazer algo que ainda não conseguimos, vencer o Brasil. Espero que tenhamos mais alma e espírito de equipa", disse em declarações à FPF.
"Nunca queremos perder, nem nos clubes e muito menos na Seleção, mas nem sempre podemos controlar isso e estamos no nosso melhor. Muitas vezes encontramos grandes adversários pela frente como foi o caso. Vínhamos num registo fantástico, mas o mais importante é que, quando forem os jogos a doer, nós consigamos esses registos fantásticos", acrescentou.
Apesar de considerar que é necessário "respeitar o adversário", o ala defende que a equipa das Quinas "não pode ter temor". "Vamos ter mais uma grande oportunidade de melhorar, de mostrar que somos Portugal e queremos mudar esse registo de derrotas e empates com o Brasil", completou o jogador.
Em 21 desafios frente à "canarinha", Portugal contabiliza um saldo negativo de 17 derrotas e quatro empates, que procura minimizar esta sexta-feira, num encontro em que Bruno Coelho, que este ano esteve nomeado para melhor do mundo, pode cumprir a 100.ª internacionalização.
