
Raúl Alarcón confia numa recuperação rápida e Rui Vinhas recomeça este domingo a correr
Tony Dias/Global Imagens
A W52-FC Porto aposta forte na prova de fundo deste domingo e tem Vinhas ilibado pela UCI, mas José Gonçalves (Katusha), Jóni Brandão (Efapel) e Nelson Oliveira (Movistar) têm ainda maior favoritismo.
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Raúl Alarcón (W52-FC Porto) expressou no sábado o anseio de lutar pela Volta a Portugal, apesar da fratura de clavícula sofrida há dias no GP Abimota, e O JOGO falou com os seus colegas que este domingo correm o Campeonato Nacional, em Melgaço. O espanhol, dizem, continua a ser a prioridade.
"Foi o nosso líder nos últimos dois anos. Não duvido que vença novamente. Irá certamente ao triplete", diz António Carvalho, que reitera: "Nem me passa pela cabeça subir na hierarquia para a amarela." Joaquim Silva, que vai ao Qinghai Lake, na China, concorda: "É um senhor, o nome diz tudo. Teve um desaire, mas em breve está de volta. Temos um ou dois, porém, que podem liderar."
A animação no dragão ainda cresceu com outra notícia de sábado: Rui Vinhas, que fora notificado pela UCI por uso de betametasona na Volta a Portugal após uma violenta queda, foi ilibado e este domingo já alinhará na prova nos Nacionais.
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O dragão, que tem seis títulos, mas o último em 1982, leva os nomes maiores, mas não é favorito nos 193 km. José Gonçalves (Katusha) quer a dobradinha, depois de ganhar o crono - "É um objetivo, já que nunca venci" -, e o irmão Domingos (Caja Rural) tenciona revalidar; Nelson Oliveira (Movistar), o mais cotado, e Jóni Brandão pensam voltar a ganhar. "Tem zonas técnicas, mas é duro. O circuito é bom para ataques", descreve o líder da Efapel.
O Sporting-Tavira, com Tiago Machado e Frederico Figueiredo, também sonha. "É um percurso bom para mim, com uma subida final complicada", diz Frederico.
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