
Paulo Jorge Pereira
EPA
Declarações de Paulo Jorge Pereira, selecionador de andebol, após o jogo Macedónia do Norte-Portugal (29-29), da segunda jornada do Grupo B do Campeonato da Europa, disputado em Herning, Dinamarca
Leia também Minutos finais loucos no Tondela-Braga: expulsão e dois penáltis para ver aqui
O que falhou: "O que correu menos bem foi estar a ganhar por cinco golos de diferença e perdermos o controlo do jogo. Continuámos a jogar com o mesmo ritmo, precipitando algum passe e algum contra-ataque. Quando eles se aproximaram, já sentimos alguma debilidade no controlo do jogo. De resto, sabíamos que íamos ter uma Macedónia [do Norte] muito forte e com sistema defensivo que pensei que ia correr melhor em termos do que era a adaptação ao 5:1. Acabámos por não conseguir fazer bem as coisas em alguns momentos."
Algo inédito: "Foi a primeira vez na minha vida que um cartão amarelo para o meu rival [Macedónia do Norte] é benéfico para eles. Como é que o senhor delegado israelita pára o jogo para dar um cartão amarelo ao banco do meu rival e os árbitros vão ver um lance anterior que já tinham decidido. É normal que tenha alguma influência na cabeça das pessoas. É uma coisa inexplicável, eu não consigo entender. Perguntei aos senhores delegados para explicarem e ainda estou à espera. Vou tentar obter explicação para isto."
Terceira jornada: "Há muita vantagem em jogar depois [do jogo Roménia-Macedónia do Norte], claro que há. Temos é a desvantagem de ter a Macedónia [do Norte] a jogar contra a Roménia. Não sei o que vai acontecer naquele jogo. Temos de continuar a trabalhar enquanto federação, seleção e enquanto país para termos melhor estatuto e para sermos mais importantes."

