Luís Frade reconhece valor da poderosa Dinamarca, mas tem fé numa vitória de Portugal

Luís Frade no jogo contra a Macedónia
EPA
"Eles são a melhor equipa do mundo, a mais consagrada", atira o pivô do Barcelona que, ainda assim, acredita na vitória dos Heróis do Mar. Ao ceder um empate que a certa altura se julgava impensável - esteve a ganhar por cinco - com a Macedónia, a Seleção Nacional adiou o esperado apuramento para este fim de tarde
O adversário de Portugal, esta noite, é a equipa que melhor andebol pratica na história da modalidade, é tetracampeão mundial - 2019, 2021, 2023 e 2025 -, além de ter três medalhas de prata e uma de bronze. E de ser uma das nações sede deste Europeu, prova que não ganha desde 2012, tendo também vencido em 2008, mas em que foi prata em 2024 e bronze em 2022.
"São a melhor equipa do mundo, mais consagrada. Têm dois guarda-redes incríveis: o Emil [Nielsen] e o Kevin [Moller]. Eu tive a sorte de jogar com eles, são guarda-redes que mudam um jogo e sabemos que o guarda-redes é uma peça muito importante no andebol. E depois é a transição deles, nós temos que estar muito fortes na recuperação. A Dinamarca é uma equipa que põe muita intensidade no jogo, tem atiradores, jogadores possantes, rápidos e é uma mistura ótima", ajuda a descrever Luís Frade.
Apesar dos méritos, o pivô da Seleção acredita. "Neste momento, podemos ganhar a qualquer equipa e temos de entrar no jogo para vencer", afirma.
O problema é que os Heróis do Mar, ainda que com uma boa almofada (18 golos), estão dependentes. "Temos a sorte de jogar o segundo jogo, já saberemos o resultado anterior e assim conseguimos ter um bocado mais de mão", reconhece.

