
Ciclismo também sofre os efeitos da pandemia
Num cenário de adiamentos, nomeadamente de Volta ao Algarve e Volta ao Alentejo, organização da clássica dá resposta de força para manter o ciclismo no ativo
Muito se tem falado dos efeitos da pandemia covid-19 no ciclismo e, tanto a situação sanitária do país como as condicionantes económicas dos organizadores, fazem com que o calendário esteja a ser altamente afetado pela Europa fora.
Em Portugal, Volta ao Algarve e Volta ao Alentejo foram adiadas. A Algarvia passou de 17 a 21 de fevereiro para 5 a 9 de maio, devendo manter-se por ser da tutoria da Federação Portuguesa de Ciclismo. A Alentejana de 17 a 21 tem uma data reserva para 9 a 13 de junho, porém está mais incerta. Ainda assim, apesar destas duas provas maiores por etapas, a meta da Federação Portuguesa de Ciclismo é conseguir manter as provas de um dia.
Nesse sentido, a entidade apela ao esforço das organizações para que se realizem a maioria das 25 competições previstas no início do ano. Ao que O JOGO apurou, a Anicolor, que está agora como patrocinador da Efapel, terá junto da formação de Águeda um parceiro importante para manter intacta a clássica, no caso o 5.º Grande Prémio Anicolor. A ideia é preservar a data de 4 de julho, servindo para ganhar forma para o Joaquim Agostinho que prepararia depois a Volta a Portugal.
