Tunísia, Brasil, Islândia e Egito últimos apurados no Mundial de andebol

Tunísia, Brasil, Islândia e Egito últimos apurados no Mundial de andebol

Brasil passa, pela primeira vez, à segunda fase com ajuda do sportinguista Fábio Chiuffa, do antigo jogador dos leões Felipe Borges e do ex-FC Porto Gustavo Rodrigues.

A última jornada da primeira fase do Mundial de andebol ditou esta quinta-feira a qualificação das quatro últimas seleções que faltava apurar, com Tunísia, Brasil, Islândia e Egito a juntarem-se às oito que já estavam qualificadas.

Para a segunda fase deste Campeonato do Mundo, que está a decorrer na Alemanha e na Dinamarca, seguem 12 seleções, incluindo os anfitriões, a França (campeã mundial em título), Espanha (campeã da Europa), Croácia, Suécia, Hungria e Noruega.

Os jogos desta primeira fase de grupos trouxeram poucas surpresas, mas já houve embates interessantes, como foi o caso do Espanha-Croácia de hoje, que fechou o grupo B e deixou os balcânicos no primeiro lugar, invictos, após quinta vitória, agora por 23-19.

Acompanham os dois favoritos um histórico cliente habitual da segunda fase em mundiais, a Islândia, que no seu jogo decisivo logrou impor-se à Macedónia, do benfiquista Boris Ristovski, por 24-22. Na fuga ao último lugar do grupo, o Bahrain superou o Japão por 23-22.

Para o grupo A, a França jogou contra a Rússia sem grandes motivações, já que o resultado contra os russos era descartado para a segunda fase. Ganharam os gauleses, por 23-22.

Mais cedo, a Alemanha não teve problemas contra a Sérvia, derrotada por 31-23, e o Brasil justificou o seu apuramento em terceiro com uma muito clara vitória de 35-26 sobre a equipa única da Coreia. Ao serviço da canarinha, Fábio Chiuffa, ponta direita do Sporting, marcou quatro golos em cinco remates, Felipe Borges, antigo jogador dos leões, fez seis golos em oito remates e Gustavo Rodrigues, antigo lateral direito do FC Porto marcou três golos em três remates.

Esta foi a primeira vez que Brasil passa à segunda fase, sendo que não poderá ficar abaixo do 12.º lugar. O melhor que conseguiu até hoje foi o 13.º, em 2013.

Angola, treinada Filipe Cruz, esteve no grupo D e despediu-se do torneio com nova derrota, 33-28 ante o Egito, e o último lugar.

Quanto aos egípcios, conseguiram assim ganhar a vaga que o Qatar (com o sportinguista Frakie Carol), vencedor da Argentina por 26-25, também perseguia.

Já apurados, Hungria e Suécia discutiram diretamente os dois primeiros lugares, com os suecos a triunfarem por 33-30.

O segundo 'passaporte' para África foi entregue no grupo C à Tunísia, depois da vitória por 32-27 sobre a Áustria, enquanto o Chile superou a Arábia Saudita exatamente pelos mesmos números.

A fechar, no duelo nórdico entre Dinamarca e Noruega, triunfaram os anfitriões por 30-26, ganhando o grupo.