Premium Estudo: os três passos que explicam os êxitos atuais do andebol

Estudo: os três passos que explicam os êxitos atuais do andebol
Carlos Flórido

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Internacionais nascidos em 36 clubes diferentes e a crescerem entre FC Porto, Sporting, Benfica, ABC, Águas Santas, Alto do Moinho e Carvalhos dão uma base sólida à terceira modalidade em federados.

Sendo o andebol a terceira modalidade mais praticada do país, segundo números oficiais - o IPDJ indica 49 812 federados em 2017, apenas atrás de futebol e natação -, esse é um bom ponto de partida para explicar os êxitos atuais, mas por si só não basta. Uma pirâmide bem construída no desenvolvimento dos jogadores é que permite o crescimento sustentado e no andebol, concluiu O JOGO, os alicerces são fortes.

Analisando as convocatórias deste ano das três principais seleções nacionais (A, sub-21 e sub-19), fica-se com um grupo de 66 jogadores (três deles vindos de Cuba), que começaram a jogar num total de 36 clubes, de 11 associações. A maioria iniciou-se em grandes centros urbanos (Porto, seguido de Setúbal e depois Lisboa, Braga e Aveiro), mas também há internacionais de Algarve, Viseu, Madeira, Leiria, Santarém e Coimbra, provando estender-se a captação de talentos a todo o país.