Caso Cashball: Tribunal recusa acusar trio de 14 crimes de corrupção

Caso Cashball: Tribunal recusa acusar trio de 14 crimes de corrupção

Em causa estão as abordagens, em abril de 2017, a dois árbitros de andebol, aliciados para prejudicar o FC Porto e beneficiar o Sporting no campeonato de andebol.

O Tribunal da Relação do Porto negou a pretensão do Ministério Público em julgar o denunciante do caso "Cashball" Paulo Silva, que servia de intermediário, o empresário de jogadores João Mira Gonçalves e o assistente administrativo principal do Gabinete de Apoio ao Jogador do Sporting, Gonçalo Rodrigues, por um total de 14 crimes de corrupção.

Em maio, o Tribunal de Instrução Criminal do Porto entendeu haver indícios suficientes para pronunciar o denunciante Paulo Silva por apenas três crimes de corrupção ativa, e o empresário João Mira Gonçalves e o funcionário dos leões, Gonçalo Rodrigues, por um crime de corrupção ativa agravada.

Em causa estavam as abordagens, em abril de 2017, a dois árbitros de andebol, aliciados para prejudicar o FC Porto e beneficiar o Sporting no campeonato desta modalidade.

Ministério Público quer juntar mais corrupção no futebol ao processo "Cashball"

O juiz também considerou haver indícios seguros para julgar Paulo Silva por ter oferecido 25 mil euros ao então central do futebol do Chaves, Leandro Freire, para este "facilitar" em jogos contra os leões, deixando de fora outros 11 crimes.