
Selecionador falou nas dificuldades para controlar o flanco direito norte-americano, mas também na falta de sorte em alguns lances para marcar.
"Tivemos alguma infelicidade, como a bola ao poste e depois a recarga do Éder. Agora, temos o último jogo e há que esgotar as poucas possibilidades que temos para seguir em frente no Mundial. Há uma réstia de esperança, em função daquilo que temos de fazer e os Estados Unidos também, mas estamos numa situação complicada, pois não dependemos apenas de nós", afirmou, esta madrugada, Paulo Bento, depois do empate (2-2), em Manaus, de Portugal diante dos Estados Unidos.
"Como é óbvio, o resultado deste jogo não nos coloca fora do Mundial, mas deixa-nos numa situação complicada, face aquilo que temos de fazer e contar ainda com o resultado dos Estados Unidos", referiu o selecionador nacional.
Em relação ao jogo, Paulo Bento comentou:
"O jogo até começou bem, com a obtenção do nosso golo e depois na primeira parte os Estados Unidos não criaram grandes oportunidades, exceto em situações de meia distância. Tivemos alguma dificuldade em controlar o flanco direito dos Estados Unidos, procurando depois alterar esse estado de coisas. Sofremos o golo numa segunda bola, depois de um canto a nosso favor. Depois podíamos ter feito o 2-1, embora antes o adversário também tivesse uma oportunidade para marcar. O 2-2 final resulta do nosso último esforço, mas claro que a situação, agora, é complicada para nós. De qualquer modo, o nosso profissionalismo será a última coisa que queremos perder".
