Não assumindo o Valência antes do fecho do mercado, o magnata Peter Lim repetirá fórmula usada para levar André Gomes e Rodrigo.
Devido a questões burocráticas, o empresário Peter Lim, segundo noticia a Imprensa espanhola, é muito difícil que Peter Lim seja reconhecido oficialmente como dono do Valência antes do final deste mês, quando encerra o mercado de transferências, facto que atrapalha, mas não impede de todo o ingresso de Enzo Pérez no emblema che. O negócio conhece a luz do dia, caso o fundo Meriton Capital Limited, do magnata de Singapura, se comprometa a pagar os 30 milhões exigidos pelo Benfica, correspondentes à cláusula de rescisão do médio, e sempre que, nesse contexto, a SAD encarnada aceite emprestar os direitos desportivos de Enzo Pérez, como já aconteceu com André Gomes e Rodrigo, realizando o encaixe financeiro apenas quando Peter Lim assumir o Valência e injetar dinheiro no clube.
É todo este jogo de forças que continua a empurrar o tema para a última semana do mercado de transferências, embora o jornal "Superdeporte" insista que Peter Lim está decidido a não esperar mais e a garantir a aquisição de Enzo neste fim de semana. As negociações, ao que O JOGO apurou, continuam difíceis, com o Benfica a reclamar 30 milhões de euros e o magnata a persistir na oferta de 25 milhões de euros, à qual poderia ser agregado um jogador: o mexicano Guardado (médio-esquerdo/centro) ou o brasileiro Jonas (avançado).
Certo é que Enzo Pérez continua a ser o reforço mais desejado no clube valenciano. "Se Peter Lim e a Fundación e Bankya tivessem chegado a um acordo em julho, alguns jogadores que faltam chegar já estariam cá", afirmou, em jeito de desabafo, o presidente Amadeo Salvo.
