Exclusivo Villas-Boas, a cadeira de sonho e o Chelsea: "Ensinou-me a gerir conflitos"

Villas-Boas, a cadeira de sonho e o Chelsea: "Ensinou-me a gerir conflitos"
Jorge Maia/Ana Luísa Magalhães

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André Villas-Boas é o protagonista de uma extensa entrevista a O JOGO que aborda o passado, o presente e até do futuro

O Chelsea já tinha batido à porta em janeiro, mas só conseguiu o que queria no verão. Abramovich, às voltas na justiça, só se via por Skype.
Foi uma decisão difícil deixar a "cadeira de sonho" ou na altura a proposta do Chelsea era irrecusável?

-Não foi uma proposta irrecusável. Foram uma série de contratempos que vivemos entre fevereiro e abril. Nessa fase, houve vários clubes que demonstraram interesse e houve uma fuga do coração para a razão, digamos assim, em termos de carreira desportiva. O Chelsea ligou-me pela primeira vez em janeiro. Queriam que eu fosse para lá imediatamente e eu respondi que isso não fazia sentido nenhum.