Luís Castro: o "respeito" sentido no Catar e um "paraíso" para o Mundial'2022

Luís Castro: o "respeito" sentido no Catar e um "paraíso" para o Mundial'2022
Redação com Lusa

Declarações do treinador português em aula de mestrado de Treino Desportivo em Futebol, intitulada "O papel do treinador de futebol em diferentes contextos profissionais", na Universidade Lusófona

Experiência no Catar: "É um pais com cultura diferente, onde as pessoas são muito boas e aceitam o nosso conhecimento. O treinador é respeitado. Estou a gostar muito. Procurei nesta fase da carreira conquistar títulos, jogar de uma forma efectiva e estou como gostaria de estar. Achamos que a Champions asiática podia ser uma boa experiência. Dentro do que apareceu, atirei-me ao projeto no Catar, até pela realização do Campeonato do Mundo. O Catar ganhou um estatuto que lhe permite hoje fazer grandes investimentos, tem o sonho de crescer mais. É um país em crescendo, onde vai parar não consigo perceber."

Campeonato do Mundo no Catar: "Um país que está virado para o futebol, para o Campeonato do Mundo. Vive-se todos os dias. Vêem-se os estádios todos à nossa volta. Num raio de 20 quilómetros estão seis estádios e depois se estendermos para mais 70 quilómetros aparecem mais dois. Há redes de metros a serem construídas para ligações entre estádios. A cidade está voltada para o futebol, o Catar vive muito o jogo."

Condições de excelência: "Vão encontrar um paraíso para fazer tudo isso. Os relvados são tapetes autênticos, estádios estão a ser construídos. Estou habituado aos relvados de Portugal e da Ucrânia, que são tapetes autênticos. As condições climatéricas de humidade e temperatura são ideais. Nos estádios, podemos jogar a 19 ou 20 graus porque tem ar de condicionado, enquanto estão 40 graus fora dele."