Éder está sob suspeita de fraude fiscal na Operação Fora de Jogo, avança a "Sábado"

Éder está sob suspeita de fraude fiscal na Operação Fora de Jogo, avança a "Sábado"
Redação

Jogador, desconfia o Ministério Público, recorreu a esquema para evitar pagamento de impostos, entre o final de 2011 e o início de 2012

Éder, futebolista internacional português, é suspeito de ter praticado fraude fiscal, por causa de dívidas à Autoridade Tributária e Segurança Social, contraídas entre 2011 e 2012, sendo um dos visados na Operação Fora de Jogo, avança a "Sábado".

«No âmbito do presente inquérito investiga-se a atuação conjunta de Éderzito António Macedo Lopes, Sporting Club de Braga, 'Idoloásis, Unipessoal, Lda', Mohamed Afzal, 'FMA, FZE International Sports Agency' e Nadine Aboobakar Mahmood para ocultação de rendimentos fiscais», lê-se no mandado de busca, citado pela revista generalista.

Éder, alvo de buscas por parte de inspetores que participaram nas recentes ações de investigação a Braga e V. Guimarães, hu Operação Fora de Jogo, recorreu, suspeita o Ministério Público (MP), a um esquema de contratos fraudulentos para evitar pagamento de impostos, entre o final de 2011 e o início de 2012.

A "Sábado" refere que, em dezembro de 2011, Mohamed Afzal, agente do jogador, e a empresa Idoloásis, Lda assinaram um acordo com o Braga para a cedência de 50% dos direitos económicos de Éder, enquanto a Académica acertara a ida para o West Ham.

O avançado luso acabou por não assinar o contrato proposto pelo clube inglês e decidiu rubricar, então, o documento que o ligaria ao Braga por quatro temporadas.

Desta forma, o MP considera que terá havido, por parte de Éder, a simulação a venda de direitos para "desonerar-se de parte das contribuições para a Segurança Social e retenções na fonte", escreve o órgão, citado pela "Sábado". Esta venda "visou o pagamento de valores que seriam exigidos pelo profissional de futebol a título de prémio de assinatura e, assim, de rendimento de trabalho dependente".