Dany Mota, o seu clube em Portugal e uma crença: "Primeiro a Serie A, depois o Catar..."

Dany Mota, o seu clube em Portugal e uma crença: "Primeiro a Serie A, depois o Catar..."
Redação

Na terceira temporada pelo Monza, avançado português é o artilheiro da equipa.

Maior goleador do Monza, equipa da Série B do campeonato italiano, Dany Mota está a viver o que considera um novo bom momento na sua carreira. Pelo terceiro ano consecutivo na equipa, o jogador de 23 anos vale (pelo menos) o triplo do que quando chegou - foi comprado por cinco milhões de euros -, garante a imprensa italiana.

Com quatro golos e em alta, ele concedeu uma longa entrevista ao jornal Gazzeta dello Sport. Confira abaixo os principais pontos abordados, entre os quais a sua equipa do coração e a relação com Cristiano Ronaldo.

Lesão em 2021: "Eu lesionei-me na final do Campeonato da Europa de Sub-21, depois tive outro problema muscular. No entanto, voltar assim no dérbi mostrou que agora estou bem."

Valorização (de 5 para 15-20 milhões de euros): "Não penso nessas coisas, são questões da sociedade. É normal que se falem sobre isso, quando fazes as coisas bem é assim."

No ano passado marcou apenas seis golos: "Não sou uma estrela. Foi o meu primeiro ano real na Série B, senti-me um pouco fechado, éramos muitos. Mas a culpa é minha, tinha de marcar mais".

Meta de número de golos: "O meu objetivo é chegar a dois dígitos."

Camisola com o número 47: "(47) É o bairro onde nasci, no Luxemburgo. Mas em breve a minha família regressará ao Porto."

Adepto do FC Porto? "Não, não, do Benfica!".

Seleção principal: "Estou em "jogo". Depois do Europeu disseram-me que este é o caminho a seguir. Mas a competição é dura: Diogo Jota, André Silva, João Félix... e Rafael Leão!"

O que escolhia para 2022: Monza na Série A ou estar no Mundial'2022? "Fácil: Primeiro, Monza na Série A. Se acontecer, acho que também poderei ir ao Catar. E, de qualquer forma, esperamos não encontrar a Itália nos playoffs."

Cristiano Ronaldo: "Ele foi perfeito comigo nos seis meses em que estive na Juve. Quando eu cheguei, ele já me conhecia e surpreendeu-me. Ele transmite uma mentalidade vencedora, diz para cultivar o talento, trabalha muito e quer sempre mais. Na verdade, nos jogos [em treino], quando jogava com ele, ganhava sempre. Quando jogava contra, perdia sempre."