Carlos Queiroz: do prestígio a manter na Taça das Nações Árabes à mentalidade incutida no Egito

Carlos Queiroz: do prestígio a manter na Taça das Nações Árabes à mentalidade incutida no Egito
Redação

Declarações do treinador, à Imprensa, de antevisão ao encontro com a Argélia, da terceira jornada da Taça das Nações Árabes, em que se discute o primeiro lugar do grupo D

Sobre o jogo: "Estamos muito entusiasmados, será por certo um jogo atraente para os adeptos, com duas equipas focadas em ganhar e em preparar os quartos-de-final. Queremos fazer o melhor. As duas equipas estão qualificadas, mas temos o nosso prestígio em jogo."

Bom momento e espírito do Egipto: "O espírito é mérito dos jogadores. É um grupo fantástico capaz de construir um grande ambiente, como se estivessem juntos há anos. Os mais experientes estão a acolher os mais jovens e é assim que deve ser. A equipa [está] acima de tudo."

Competição: "O próximo jogo é sempre o mais importante. Jogamos todos os jogos como finais. A mentalidade que incuto nos jogadores é que, no final de cada jogo, a oportunidade de o jogar nunca mais volta. Devemos sempre jogar o próximo jogo como se fosse uma final, desfrutando ao máximo."

Lidar com a pressão: "Não existe pressão. Os jogadores competem consigo mesmos todos os dias, essa é a única pressão que assumem, ao acordar de manhã e trabalhar para serem melhores. A outra pressão não interessa. Somos profissionais, somos os primeiros a exigir mais de nós próprios."

Segredo para o sucesso: "Não existem passos mágicos. O que interessa é entrar no relvado e trabalhar, com esforço e inspiração. É isso que levamos agora para o treino e que queremos transpor depois para o jogo de manhã. O que alcançamos é o resultado da dedicação e da vontade dos jogadores, de serem uma equipa melhor e de jogar para o povo egípcio".