Países Baixos anunciam regresso parcial de público aos eventos desportivos

Países Baixos anunciam regresso parcial de público aos eventos desportivos
Redação com Lusa

Primeira prova do país com espetadores vai ocorrer a 10 de abril, em Utrecht. Trata-se de um jogo de squash ao qual podem assistir ao vivo 575 pessoas

O regresso parcial de público a dezenas de acontecimentos desportivos programados para abril foi, esta terça-feira, autorizado pelo governo dos Países Baixos, após as restrições provocadas pela pandemia, incluindo os jogos da 30.ª jornada da Liga de futebol.

A luz verde dada pelo executivo dos Países Baixos integra o projeto em curso que visa testar o efeito da afluência de público a um conjunto de eventos de massas, como festivais de música e conferências, a par da reabertura dos museus e dos parques de atrações.

A primeira prova desportiva do país em que será permitida a entrada de espetadores, depois de apresentarem previamente um teste negativo à covid-19, será a 10 de abril, em Utrecht, num jogo de squash a que podem assistir ao vivo 575 pessoas.

A final da Taça de futebol entre Ajax e Vitesse, agendada para 18 de abril, em Roterdão, vai ser jogada sem adeptos nas bancadas, mas ambos os clubes poderão receber um número limitado de público nos seus respetivos estádios para ver o jogo através de ecrãs gigantes.

A Arena Johan Cruyff pode acolher até 5.000 fãs do Ajax, enquanto o Gelredome de Ranhem, o estádio do Vitesse, terá um limite de 3.000 pessoas.

Durante a 30.ª jornada da Eredivisie, que se jogará entre 23 e 25 de abril, os clubes podem receber entre 2.000 e 7.500 espetadores, dependendo da capacidade dos estádios.

No passado dia 27 de março, 5.000 adeptos estiveram presentes na partida entre os Países Baixos e a Letónia, na qualificação para o Mundial do Catar2022, numa experiência para estudar a possibilidade de admitir público nos estádios durante o próximo Campeonato da Europa.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.862.002 mortos no mundo, resultantes de mais de 131,7 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.