Mino Raiola dá sinal de vida para desmentir morte: "Também sou capaz de ressuscitar..."

Mino Raiola dá sinal de vida para desmentir morte: "Também sou capaz de ressuscitar..."
Redação

Agente recorreu ao Twitter para mostrar que continua a viver. Gestor de carreiras de futebolistas de nível mundial está internado num hospital de Milão, a "lutar" contra o falecimento

Noticiado, esta quinta-feira, o falecimento, aos 54 anos de idade, pela generalidade da Imprensa italiana, Mino Raiola está, na realidade, vivo. O célebre agente italiano desmentiu o sucedido ao dar um sinal de vida... através de um tweet irónico.

"Estado de saúde atual para aqueles que se perguntam: chateado pela segunda vez, em 4 meses, por me matarem. Também sou capaz de ressuscitar", escreveu, no Twitter, o empresário transalpino que agencia, por exemplo, Paul Pogba (Manchester United), Erling Haaland (Dortmund) e Zlatan Ibrahimovic (AC Milan).

Ao invés de falecido, Raiola encontra-se, atualmente, internado no hospital de San Raffaele, em Milão, a "lutar" contra a morte devido a uma doença prolongada, cuja direção clínica negou, através de comunicado, a morte do paciente.

"Continua vivo, a lutar. Estamos indignados pela forma como [os media] estão a especular com a sua vida", afirmou Alberto Zangrillo, chefe da unidade de anestesia e cuidados intensivos do hospital, citado na nota emitida pelo hospital italiano.

Raiola, de resto, voltou ao hospital por enfrentar problemas de saúde. Em janeiro, o empresário foi hospitalizado e submetido a uma cirurgia delicada, tendo permanecido sob observação durante dias, dado a condição física ser, então, preocupante.

A natureza da doença que levou Raiola a uma intervenção hospitalar não foi conhecida, tal como não é sabida, em específico, a causa deste novo internamento, ao qual antecedeu um período de pouca atividade no agenciamento de futebolistas.

Raiola é conhecido, além do discurso controverso sobre diversas figuras do desporto-rei, por tratar da carreira de alguns dos melhores jogadores do Mundo, consumar vários negócios avultados, como a ida de Pogba para o Manchester United, por 100 milhões de euros, e por, inclusive, cobrar comissões bem elevadas.