Premium Modric, Davies e muitos outros mostram como o futebol pode ajudar os refugiados

Modric, Davies e muitos outros mostram como o futebol pode ajudar os refugiados
António Pedro Pereira

Alphonso Davies devolveu o tema dos refugiados à ribalta ao tornar-se o mais jovem a marcar na Bundesliga este século. Mas as barreiras para chegar ao futebol são demasiadas. Osama Rashid aponta-as.

Despojados das raízes, dos lares e da família, encurralados por leis e estigmatizados pelas comunidades onde se tentam proteger de guerras ou perseguições políticas, os cerca de 26 milhões de refugiados mundiais não têm todos as bonitas histórias de Alphonso Davies (o canadiano que nasceu num campo de refugiados no Gana, filho de refugiados liberianos), que no domingo passado se tornou no mais jovem a marcar, pelo Bayern, na Bundesliga no século XXI. Ou de Modric, atual Bola de Ouro.

"A FIFA tem de desenvolver o passaporte de jogador no mundo para permitir aos refugiados jogarem futebol", diz Jonathan Fadugba, da Fare, uma associação que coopera com as autoridades do futebol (FIFA e UEFA e federações, clubes, associações).