Brasil: homicida de Daniel Corrêa terá de pagar pensão à filha do jogador

Brasil: homicida de Daniel Corrêa terá de pagar pensão à filha do jogador

Justiça brasileira determinou que Edison Brittes Júnior, que assumiu ter assassinado o futebolista do São Paulo, há um ano, terá de pagar uma pensão à criança de dois anos que ficou órfã de pai.

Um tribunal de Curitiba (Brasil) determinou, esta quinta-feira, que Edison Brittes Júnior, o empresário que matou Daniel Corrêa, pague uma pensão de cinco mil reais (cerca de mil euros) por mês à filha do futebolista do São Paulo. O crime ocorreu há quase um ano.

A 27 de outubro, o corpo de Daniel Correa, 24 anos, foi encontrado numa estrada rural do Paraná, numa poça de sangue, degolado e com sinais de mutilação genital. As perícias viriam a confirmar ter sido assassinado com golpes de arma branca. Quatro dias depois, o empresário Edisou Brittes Júnior entregou-se às autoridades e assumiu a autoria do crime. Alegou que o futebolista tentara violar a esposa, Cristian Brittes, enquanto esta dormia, na casa da família e depois da festa de aniversário da filha, Allana Brittes.

Daniel Corrêa era o único sustento de uma filha, hoje com dois anos e sete meses, e a mãe da criança recorreu à justiça no sentido de ver assegurada a pensão. Até aos 25 anos, o homicida terá de pagar e a casa de Brittes foi tomada como garantia do pagamento.