Ansu Fati diz que teve outras ofertas, mas a prioridade foi ficar no Barcelona

Ansu Fati diz que teve outras ofertas, mas a prioridade foi ficar no Barcelona
Redação com Lusa

Ansu Fati, nascido na Guiné-Bissau, mas naturalizado espanhol, e que completa 19 anos em 31 de outubro, é uma das estrelas da nova geração no Barcelona, e renova contrato uma semana depois de Pedri, que estendeu o vínculo até 2026, com os mesmos valores de rescisão.

O futebolista internacional espanhol Ansu Fati, de 18 anos, disse ter tido outras ofertas, mas que a sua vontade sempre foi a de continuar no Barcelona, clube com o qual renovou até 2027.

"O meu sonho foi sempre o de poder triunfar aqui e continuar a crescer no Barça, e afortunadamente posso continuar a fazê-lo", disse o jogador, no decorrer da cerimónia de oficialização da renovação, num contrato que passa a ter uma cláusula de rescisão de 1000 milhões de euros.

Na cerimónia, Fati compareceu acompanhado da família e do empresário português Jorge Mendes, a quem disse que a sua "primeira opção" era de continuar no clube catalão, no qual fez quase toda a formação e chegou à equipa principal aos 16 anos.

O jogador, que herdou o número 10 de Lionel Messi, disse que não encara a situação como uma pressão extra, mas uma "motivação".

"Estou muito agradecido ao clube e aos capitães, que confiaram em mim neste sentido. Estava preparado para receber este número, porque estou no Barça e temos de estar preparados para tudo. Não é uma pressão, é uma motivação mais. Ninguém vai igualar o que o Leo [Messi] fez", justificou.

Ansu Fati disse também estar recuperado da grave lesão que o atirou para fora dos relvados durante quase 11 meses, que é algo que já esqueceu, mostrando-se, antes, motivado com os desafios futuros.

Questionado sobre o clássico de domingo, em casa, com o Real Madrid, o jogador disse estar muito tranquilo, apesar de considerar que se trata de um jogo sem favoritos.

"Estou tranquilo porque sei que a equipa vai dar tudo para vencer. Confio na equipa, mas é verdade que temos de melhorar. Num clássico, não há favoritos, e jogamos em casa, o que é um fator a nosso favor", considerou.