O pé direito de Bruno Fernandes

BRINCA NA AREIA >> Desta vez não se viu sofrimento ou nervosismo. Viu-se uma equipa madura e unida com aquele "piquinho" a favorita

E o pé direito de Bruno Fernandes exorcizou os fantasmas que pairavam desde 2018. Com toda a classe e uma daquelas exibições para emoldurar e pendurar na parede da memória, o médio atirou a habitual calculadora para o lixo e sentenciou com dois golos - lamento, Cristiano, mas não tocaste na bola - um apuramento tranquilo à imagem das edições de 1966 e 2006, onde só parámos nas meias-finais.

Desta vez não se viu sofrimento ou nervosismo. Viu-se uma equipa madura e unida com aquele "piquinho" a favorita, um pouco à semelhança do que se tinha visto do Brasil umas horas antes. E o melhor disto tudo é que esse mesmo confronto lusófono fica mais longe.