De Messi a Sampaoli, antigos campeões mundiais não poupam ninguém nas críticas

De Messi a Sampaoli, antigos campeões mundiais não poupam ninguém nas críticas

Ubaldo Fillol, Osvaldo Ardiles e Daniel Bertoni deixaram duras críticas à seleção argentina.

Os campeões mundiais de 1978 e 1986 pela Argentina não pouparam a seleção alviceleste depois da derrota por 3-0 frenta à Croácia, no Mundial'2018, qualificando-a como a pior seleção argentina da história.

Duramente criticados foram o guarda-redes Willy Caballero, pelo erro cometido no lance do qual resultou o primeiro golo croata, Lionel Messi, pelo fraco rendimento, e as opções táticas do selecionador Jorge Sampaoli.

O antigo campeão mundial de 1978, o guarda-redes Ubaldo Fillol, foi muito crítico com o seu colega no ativo no comentário que deixou na sua conta do Twitter: "Infelizmente, Caballero assumiu um risco inútil, que custou à Argentina um golo, quando o futebol moderno exige guarda-redes que saibam jogar bem com os pés. Foi um erro tremendo. Um guarda-redes está ali, acima de tudo, para parar a bola, o resto são acessórios às suas funções".

Por seu lado, o antigo médio da seleção das pampas, Osvaldo Ardiles, em comentário nas redes sociais, aponta o dedo à Associação de Futebol Argentina (AFA) e titula: "Seleção argentina: crónica de uma morte anunciada."

"De campeões do mundo à pior seleção da história do futebol do país. Por onde começar? Por cima, pela AFA, que tem tido uma atuação ridícula. Sampaoli é indigno de ser apresentado, acabou o jogo a insultar os jogadores croatas, é um arrogante, que, mesmo tendo o melhor jogador do mundo, um génio incomparável que mascarou o declínio argentino, não foi capaz de construir uma equipa competitiva", escreveu Ardiles, sem contemplações.

Já para Daniel Bertoni, campeão do mundo em 1978, "a equipa nada fez por Messi, mas Messi também não aportou nada à equipa" durante o jogo com a Croácia.

O mais célebre dos campeões do mundo argentinos, Diego Armando Maradona, assistiu ao jogo na bancada VIP, antes do qual se mostrava eufórico, brandindo a camisola de Messi, para acabar desfeito em lágrimas no final do mesmo.