Em dia de estreia, UEFA explica o que muda com o VAR na Champions

Em dia de estreia, UEFA explica o que muda com o VAR na Champions

Videoárbitro vai ser introduzido na Liga dos Campeões a partir dos oitavos de final, que arrancam esta terça-feira

Após um período de testes, o videoárbitro vai ser introduzido na Liga dos Campeões a partir dos oitavos de final, que arrancam esta terça-feira com os jogos Roma-FC Porto e Manchester United-PSG. Em dia de estreia, a UEFA publicou no seu site oficial um manual que explica como será utilizada a ferramenta nos jogos.

Travar jogo violento: o árbitro assistente de vídeo vai intervir caso existam provas de jogo violento, avançando para a sanção com cartão vermelho.

Apesar de assistido pelo VAR, a decisão final cabe ao árbitro: o VAR servirá apenas como ferramenta de recomendação, sendo que as interpretações serão feitas pelo árbitro com o auxílio do monitor,

Imagens do VAR transmitidas também na televisão: a UEFA pretende "máxima informação e transparência" na hora de tomar decisões, de forma a evitar qualquer tipo de polémicas.

Sala VAR e um gestor de qualidade: a UEFA tem preparada, em cada estádio que receberá os jogos dos oitavos de final, uma sala para o VAR e AVAR, dois assistentes de vídeo (cinco câmaras para vigiar todas as áreas) e um gestor de qualidade.

Amarelo para quem pedir VAR: os jogadores não estão autorizados a pedir a intervenção do VAR e, caso o façam, serão adequadamente admoestados.

VAR atua até à saída do último jogador do relvado: o sistema poderá sancionar jogadores mesmo depois do final da partida, caso aconteça alguma situação de violência dentro das quatro linhas.

Maior atenção aos gestos racistas e adeptos visitantes: o VAR avisará o árbitro da partida quando detete algum gesto racista ou comportamento inoportuno dos adeptos visitantes nas bancadas, em especial nos festejos dos golos.

Fim dos árbitros assistentes adicionais: a introdução do videoárbitro coloca um ponto final nos árbitros de baliza.