Tottenham com pior sequência da história e Tudor atira: "Manter a calma e falar menos"

Igor Tudor
EPA
Ingleses chegaram, pela primeira vez na história, às seis derrotas seguidas
A goleada sofrida pelo Tottenham no campo do Atlético de Madrid (5-2) significou a sexta derrota seguida da equipa, o pior registo de sempre dos spurs.
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Quatro dessas derrotas foram com Igor Tudor ao leme, ele que, curiosamente, tem um registo ainda pior entre spurs e Juventus: sete derrotas seguidas e antes cinco empates.
Tudor foi questionado após o jogo se ter dado a titularidade a Antonín Kinsky foi um erro, ao que respondeu: "Não, depois de ver o que aconteceu, foi uma decisão errada. Mas antes era a decisão certa. Uma mudança de competição, era o momento certo. Infelizmente, o que aconteceu, aconteceu. Nunca mudei um guarda-redes após 20 minutos. Foi necessário mudar, para preservar o jogador e a equipa. Uma situação incrível. Havia muita pressão no Vicario, era o melhor momento para Kinsky jogar, é um bom guarda-redes. Não é o momento de falar muito. Foi um jogo estranho, muito estranho. Demos três golos. Começamos bem, mas os problemas mataram-nos em três situações."
E prosseguiu, apelando à calma: "Foi muito, muito estranho. Muito incomum. Isso tirou a nossa confiança. Tivemos a oportunidade de fazer 4 a 2, mas sofremos um golo e ficou 5 a 1. Pedimos desculpas aos adeptos e a todos. É um momento difícil. Tudo parece correr mal. Pequenos erros, pagamos. Tudo, inacreditável. Mesmo esta situação no final, dois jogadores [a colidir]. Parecia que tudo estava contra nós. Preciso de continuar a trabalhar. Não falar muito, manter o foco nas coisas que podemos fazer. É incrivelmente difícil explicar todas estas coisas, é a primeira vez na minha carreira que vejo estas coisas, em 15 anos. Estou focado nos problemas, os jogadores também. Precisamos de manter uma atitude positiva. Manter o cargo? Não comento. Não se trata de mim e sim de como ajudar a equipa. Precisamos de manter a calma. Falar menos. É melhor falar menos. Agora não é o momento de tentar dar uma grande explicação."

