Sheinbaum garante que organização do Mundial no México não está em perigo

Claudia Sheinbaum
EPA
Presidente do México falou após Donald Trump ter acusado o país de ser "o epicentro da violência dos cartéis" de droga na região
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A presidente do México, Claudia Sheinbaum, reafirmou esta quinta-feira que a organização conjunta do Mundial'2026 de futebol não está em risco, a menos de três semanas do jogo particular com a Seleção portuguesa, na capital do país.
"Não recebemos nenhuma indicação de que Mundial possa ser suspenso. De forma alguma, muito pelo contrário", observou a chefe de Estado do México, acrescentando que os preparativos para o torneio - organizado em conjunto com o Canadá e os Estados Unidos - decorrem com normalidade e que a ameaça terrorista é "muito baixa".
A presidente mexicana adiantou que o governo está a trabalhar num dispositivo de segurança que contempla vários cenários e que as reuniões relativas à organização do Mundial'2026 decorrem com normalidade entre as autoridades federais, locais e a FIFA.
As declarações de Sheinbaum surgem após as declarações do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que acusou o México de ser "o epicentro da violência dos cartéis" de droga na região e pouco antes do jogo entre as seleções mexicana e portuguesa, no estádio Azteca, na Cidade do México, em 29 de março, com início às 2h00.
A presidente do México tem reiterado nos últimos dias que o país mantém intacta a condição de país anfitrião da mais importante competição futebolística, reafirmando a total coordenação com a FIFA em matéria de logística e segurança nas cidades-sede.
O México vai ser palco do Campeonato do Mundo pela terceira vez, depois dos torneios de 1970 e 1986, e acolherá 13 jogos da edição de 2026, que se realiza entre 11 de junho e 19 de julho e contará pela primeira vez com a participação de 48 seleções.
Portugal integra o Grupo K da fase final, em conjunto com as seleções de Colômbia, Uzbequistão e do vencedor do caminho 1 do play-off intercontinental, que será disputado por Jamaica, Nova Caledónia e RD Congo.

