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Presidente do clube catalão é acusado de fraude na organização de um particular entre Brasil e Portugal
O desvio de verbas recebidas pelo governo brasileiro para a organização de um particular entre o Brasil e Portugal, em 2008, em Brasília, poderá levar Sandro Rosell para a prisão por um prazo máximo de oito anos.
O presidente do Barcelona, sócio da empresa Alianto, encarregue de organizar o encontro, é acusado de ter transferido cerca de 400 mil euros para uma conta pessoal, bem como 300 mil para a de Ricardo Teixeira, antigo presidente da Confederação Brasileira de Futebol.
Mas as "oferendas" não terão ficado por aqui. Segundo a "Folha de São Paulo", que desvenda esta terça-feira toda a história, Rosell terá ainda transferido qualquer coisa como 1,4 milhões de euros para a filha de Ricardo Teixeira, Antônia Widgand Teixeira, na altura apenas com 11 anos de idade.
Além de beneficiar ilegalmente de um contrato sem licitação, o antigo representante da Nike é também acusado de criar um documento falso para a organização do jogo, em que Portugal acabou goleado por 6-2.
