
Risos de Mbappé não caíram bem junto do governo francês
AFP
O plantel do PSG optou por viajar de avião privado para Nantes, no sábado, uma viagem que não chega a demorar duas horas de comboio, levando a críticas do presidente da linha do TGV. Questionado sobre o assunto, o treinador do clube reagiu com gozo, ao mesmo tempo que Mbappé não segurou as gargalhadas.
Depois do lamento do presidente da linha de comboios em França, que reagiu a um vídeo de Marco Verrati na viagem de avião que o PSG realizou até Nantes, no sábado, um trajeto que não chega a demorar duas horas de TGV, o tema voltou a originar muitas críticas na direção do campeão francês.
Na conferência de antevisão à receção à Juventus, esta terça-feira, a contar para a primeira jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões, Christophe Galtier e Kylian Mbappé abordaram a questão da ecomobilidade, mas não de uma forma séria.
Questionados sobre se o clube está a ponderar adotar alternativas menos pesadas para o ambiente, ao mesmo tempo que a Europa atravessa uma crise energética, Galtier e Mbappé reagiram com risos, antes de o técnico, com cara séria, gozar: "Já falei com quem nos organiza as viagens, vamos ver se para a próxima vez podemos ir de carro à vela [buggy popular em França]".
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O momento não caiu nada bem junto do governo francês, que já havia lembrado que existem clubes a adotar o comboio como meio de transporte, caso do Bétis (Espanha), com Bruno Le Maire, ministro da Economia francesa, a visar as gargalhadas do extremo, de 23 anos.
"Adoro Mbappé, pode acontecer a qualquer um começar a rir no momento errado. E penso que este foi o momento errado para rir. Devemos levar as questões climáticas a sério", escreveu nas redes sociais. Já Anne Hidalgo, presidente da Câmara de Paris, também reprovou: "Não, não se pode responder assim. Vamos acordar rapazes?".
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