
Senegal festeja no Mundial
AFP
BRINCA NA AREIA >> Capitão da equipa de 2002, Aliou Cissé é, hoje em dia, o selecionador responsável pela segunda presença do Senegal na fase a eliminar num Mundial e não esqueceu o seu amigo
Papa Bouba Diop faz parte do imaginário de uma geração. No primeiro Mundial jogado de manhã em pleno período de exames nacionais, que foram sido adiados para a segunda época à medida que o campeonato aquecia, o médio senegalês fazia parte de todas as conversas por ter abatido a França no jogo inaugural.
Aquela mesma França que ainda estava atravessada na garganta dos portugueses pelos acontecimentos das meias-finais do Europeu'2000. Bouba Diop foi a nossa vingança e a roupa da moda daquela primavera/verão. Vinte anos depois, o gigante de Rufisque já não anda por cá. Faleceu em 2020, em Lens, mas não foi esquecido.
Capitão da equipa de 2002, Aliou Cissé é, hoje em dia, o selecionador responsável pela segunda presença do Senegal na fase a eliminar num Mundial e não esqueceu o seu amigo, entregando uma t-shirt com a cara dele estampada aos seus jogadores. Estes, perante as câmaras, homenageram o seu herói. Está tudo bem, quando acaba bem.
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