
Megan Rapinoe, à direita na fotografia
A frase é de Megan Rapinoe, estrela da seleção feminina dos Estados Unidos.
Os Estados Unidos continuam na luta pela conquista do título de campeões do Mundo de futebol feminino e, na sexta-feira, após a vitória sobre a anfitriã França (2-1), Megan Rapinoe foi a autora de declarações que estão a ter grande impacto no mundo do desporto... e não só.
Autora dos dois golos que apuraram as norte-americanas para as meias-finais, a jogador de 33 anos quis reivindicar os direitos da comunidade LGBTI logo após a partida. "Não podes ganhar um campeonato sem gays na equipa, nunca ninguém o fez. É ciência!", exclamou Rapinoe, prosseguindo:
"Fico motivada por ver pessoas que gostam de mim e que lutam pelos mesmos ideais. Adquiro mais energia com isso do que a tentar provar que alguém está errado. Isso está a acabar. Para mim, ser gay e fabulosa durante o mês do Orgulho e do Mundial [feminino] é ótimo", acrescentou a futebolista, que já garantiu que não vai "à merda da Casa Branca", se for convidada por Donald Trump em caso de vitória no campeonato do Mundo.
