Covid-19: Premier League exige quatro positivos para clubes pedirem adiamento

epa09426307 Liverpool fans in the Kop react during the English Premier League soccer match between Liverpool FC and Burnley FC at Anfield, Liverpool, Britain, 21 August 2021 EPA/PETER POWELL EDITORIAL USE ONLY. No use with unauthorized audio, video, data, fixture lists, club/league logos or 'live' services. Online in-match use limited to 120 images, no video emulation. No use in betting, games or single club/league/player publications
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Até aqui, a Premier League usava como requisito a disponibilidade de 13 jogadores de campo e um guarda-redes como mínimo para se ir a jogo
A Premier League atualizou hoje os requisitos para um clube pedir o adiamento de uma partida, passando a exigir pelo menos quatro testes positivos à covid-19 após 22 adiamentos esta época.
Até aqui, a Premier League usava como requisito a disponibilidade de 13 jogadores de campo e um guarda-redes como mínimo para se ir a jogo, entre infetados, lesionados e suspensos, entre outros motivos de ausência.
O campeonato viu serem adiados 22 jogos já nesta época 2021/22, com mais ou menos polémica, de surtos de dezenas de casos ao Arsenal-Tottenham, em que a equipa da casa conseguiu passar o jogo para nova data apesar de ter apenas um positivo ao novo coronavírus.
As novas regras entram em vigor no início de fevereiro e a organização do campeonato espera que as medidas relacionadas com a covid-19 possam ser eliminadas no final desse mês.
Segundo a última atualização, o campeonato regista 16 casos positivos, entre futebolistas e membros de equipas técnicas, menos 17 em relação à semana anterior.
A covid-19 provocou 5.602.767 mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.
A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.
A nova variante Ómicron, classificada como preocupante e muito contagiosa pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral e, desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta em novembro, tornou-se dominante em vários países, incluindo em Portugal.
